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O candidato a prefeito de São Luis, Zeluís Lago (PPL), afirmou, durante a sabatina do jornal O Estado Maranhão, que o Partido Democrático Trabalhista (PDT) virou um balcão de negócios sob o comando de Carlos Lupi na direção nacional.

O candidato do Partido Pátria Livre disse, ainda, que um dos motivos dele ter saído do PDT foi a entrada do atual presidente nacional para a legenda. Na entrevista, explicou que a aliança com o PSOL e PCB não foi possível por questões de tendências internas dos partidos, e por isso não foi concretizada para este ano.

Zeluís falou também sobre o tempo de propaganda no rádio e na TV. “A distribuição do tempo de propaganda gratuita é antidemocrático. Levaremos nossas propostas na ‘operação formiga’, caminhando de casa em casa durante a campanha. As redes sociais também serão usadas na campanha”, pontuou.

Ao ser questionado sobre a citação constante ao nome do ex-governador Jackson Lago, o candidato do PPL declarou que que o irmão é sua referência política e que a convivência foram de 35 anos na política. “Não é oportunismo. Me sinto confortável, sinto que tenho autoridade para citar o nome do meu irmão”.

Além de política, Durante 1h, o candidato do Partido Pátria Livre expôs alguns de seus projetos sobre o meio ambiente, educação, turismo, ações sociais, mobilidade urbana, que, se caso for eleito, irá implantar em São Luís. Detalhou como pretende atuar em cada área.

Zeluís afirmou que o turismo precisa de mais investimentos, afinal é um setor que movimento o mercado local. Disse também que São Luís precisa de mais dois hospitais de alta complexidade, uma vez que os Hospitais Socorrões não atendem mais as necessidades.

Lago falou que é necessário construir mais 150 creches na capital maranhense e que o governo municipal esqueceu as camadas mais baixas e vulneráveis. “Vou resgatar a prática e o modelo de assistência social de Jackson Lago”.

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